22 de setembro de 2026

Eletrificação dos veículos exige nova formação dos reparadores




Crescimento da frota exige capacitação em alta tensão e sistemas eletrônicos


As oficinas precisam rever procedimentos e qualificação diante do avanço dos veículos eletrificados no Brasil. A manutenção desses modelos envolve alta tensão, eletrônica de potência, baterias, gerenciamento térmico e comunicação entre módulos, alterando a forma de diagnosticar falhas, proteger profissionais e decidir quais componentes realmente precisam de reparo ou substituição.


“A Tramontina PRO está sempre acompanhando o mercado. Apoiamos e viabilizamos a transição energética do setor automotivo, oferecendo a infraestrutura necessária para que os veículos de baixa emissão continuem rodando com segurança”, destaca Felisberto Moraes, diretor comercial da Tramontina, ao relacionar o crescimento da frota às mudanças exigidas na manutenção.

21 de setembro de 2026

GWM Haval H6 GT mostra duas faces entre ruas e estradas




Modelo 2026 combina 393 cv, tração integral e autonomia elétrica de 119 quilômetros


Fotos: Sérgio Dias

O GWM Haval H6 GT 2026 chegou ao mercado brasileiro como parte de uma linha formada por quatro versões: HEV2, PHEV19, PHEV35 e GT. No modelo que avaliei, o sistema híbrido plug-in Hi4 combina um motor 1.5 turbo a gasolina com dois motores elétricos, um em cada eixo, para entregar 393 cv e 772 Nm. A bateria tem 35 kWh, a tração é integral e a autonomia exclusivamente elétrica homologada pelo Inmetro chega a 119 quilômetros.


O H6 também disputa um segmento no qual diferentes tecnologias de propulsão passaram a conviver. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, a família registra 31.966 emplacamentos e ocupa a segunda posição entre os SUVs médios considerados no levantamento, atrás do Jeep Compass, com 36.437. BYD Song Pro aparece em terceiro, com 26.250, seguido pelo Toyota Corolla Cross, com 25.566. Esses números já incluem a linha H6 2027, comercializada desde junho, e por isso não representam exclusivamente o modelo que avaliei.

Idade e rotina definem quanto seu cão precisa se movimentar




Passeios, brincadeiras e estímulos mentais cumprem funções diferentes na rotina canina


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

A porta se abre, a guia aparece e o cachorro já sabe o que acontecerá nos minutos seguintes. Para muitos cães, sair de casa diariamente faz parte da rotina, mas cumprir uma volta pelo quarteirão não significa necessariamente atender às necessidades de atividade do animal. A quantidade e o tipo de exercício dependem de idade, saúde, características físicas, comportamento e rotina, fazendo com que uma recomendação única de tempo não funcione para todos.


A discussão sobre quanto um cão precisa se movimentar ganhou espaço entre tutores porque o exercício interfere no controle do peso, na manutenção da mobilidade e na possibilidade de expressar comportamentos da espécie. Organizações de referência em saúde e comportamento canino recomendam que a atividade seja definida individualmente, com adaptações para filhotes, adultos e idosos.

Maragogi propõe viagens além das piscinas naturais




Roteiro mostra como conhecer o litoral de Alagoas com menos deslocamentos


Maragogi amplia sua experiência turística para além das piscinas naturais ao reunir hospedagem, natureza, gastronomia e bem-estar em uma proposta baseada na permanência. No município do litoral de Alagoas, a Pousada Camurim Grande ocupa uma península entre o Rio Maragogi e o mar, onde recebe viajantes interessados em conhecer a Costa dos Corais sem concentrar a programação nos passeios marítimos.


O modelo acompanha uma forma de viajar na qual o hóspede reduz os deslocamentos e utiliza a hospedagem como parte do roteiro. Em vez de preencher o dia com horários e atrações, a permanência permite alternar praia, alimentação, tratamentos corporais e observação da paisagem conforme o ritmo de cada visitante.

Rental Mobility 2026 debate custos e elétricos nas locadoras




Evento será realizado em São Paulo com programação sobre frotas, seminovos e sucessão empresarial


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O Sindloc-SP realizará o Rental Mobility 2026 em 24 de setembro, em São Paulo, para reunir locadoras e fornecedores em debates sobre custos da frota, venda de seminovos e adoção de veículos elétricos. A quinta edição ocorrerá no Transatlântico Convention Center, das 8h30 às 18h, com inscrições pela internet.


“A eletrificação deixou de ser tendência e virou decisão de negócio para as locadoras”, afirma Eladio Paniagua Jr., presidente do Sindloc-SP. Segundo ele, as empresas precisam avaliar a compra, a manutenção e o valor que poderão obter na venda dos veículos depois do período de locação.

Jeep Compass mostra por que lidera entre os SUVs médios




Prestes a ganhar nova geração, modelo mantém quatro versões e duas propostas mecânicas


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Sérgio Dias

O Jeep Compass chega aos últimos meses de 2026 diante de uma situação que coloca presente e futuro na mesma análise. O SUV lidera os emplacamentos entre os modelos médios enquanto sua próxima geração já foi apresentada na Europa. No Brasil, a gama atual reúne Sport T270, Longitude T270, Série S T270 e Blackhawk Flex. É justamente a Blackhawk que avaliei, equipada com motor Hurricane 2.0 Turbo Flex de 272 cv e 400 Nm, transmissão automática de nove marchas e tração 4x4 Jeep Active Drive Low.


Os números acumulados até agosto ajudam a dimensionar a posição do Compass em um segmento no qual a eletrificação ganhou participação. O Jeep registra 36.437 unidades, seguido pelo GWM Haval H6, com 31.966. O BYD Song Pro aparece em terceiro, com 26.250, enquanto o Toyota Corolla Cross soma 25.566. Os quatro primeiros colocados mostram uma disputa que reúne diferentes soluções mecânicas, com híbridos e eletrificados enfrentando um Compass que permanece na liderança utilizando motores flex.

4 de setembro de 2026

Inteligência artificial chega aos exames de cães e gatos




Tecnologia auxilia análises, mas diagnóstico continua dependendo do médico-veterinário


A próxima consulta do seu cão ou gato pode reunir elementos conhecidos, como exame clínico, histórico, coleta de material e conversa com o médico-veterinário, mas também incluir um participante que não usa jaleco: um algoritmo. A inteligência artificial começa a ocupar espaço na medicina veterinária como ferramenta de apoio à análise de exames e identificação de padrões que podem contribuir para a investigação de doenças.


O avanço dessa tecnologia no setor acompanha um movimento já observado na medicina humana. Sistemas computacionais treinados para analisar grandes quantidades de informações podem comparar imagens, células, resultados laboratoriais e outros dados em busca de padrões. Na veterinária, essas aplicações começam a chegar a equipamentos utilizados em clínicas e laboratórios para atender cães, gatos e outras espécies.

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